| EUA considera relações com China como "cooperação flexível" | ||
| ( 2014/06/24
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Na véspera da realização do diálogo de estratégia e economia China-EUA, a comissão de diplomacia do Senado dos EUA realizou ontem uma reunião sobre as relações sino-norte-americanas. Na ocasião, o assessor responsável pelos assuntos da Ásia Leste e do Pacífico do Departamento de Estado dos EUA, Daniel Russel, fez uma retrospectiva sobre as relações bilaterais desde o estabelecimento das relações diplomáticas há 35 anos. Segundo Russel, as relações entre a China e os EUA permaneceram estáveis durante os últimos 35 anos. Atualmente, os dois países já estabeleceram um relacionamento "bastante flexível". Os EUA buscam evitar uma "luta estratégica", mas antes uma "competição justa e saudável" entre as duas partes. Ao falar da cooperação económica, Russel afirmou que o papel maior da China na região Ásia-Pacífico está em complementaridade com a estratégia contínua dos EUA naquela região. No que diz respeito à relação militar, Russel disse que a meta dos EUA é construir uma cooperação "contínua e concreta" e que país espera uma transparência maior na despesa militar e na construção de um exército chinês moderno. Russel revelou que durante o novo diálogo, os EUA e a China vão avaliar os progressos do relacionamento bilateral e estipular objetivos, fazer retrospectivas sobre a situação regional e internacional, explicar as políticas, coordenar e cooperar em termos das questões relacionadas a ambos os lados, assim como controlar de forma construtiva as divergências através do diálogo de alto nível. Um dos temas que atraíram mais atenção na reunião foi a questão da soberania do Mar do Sul e o Mar Oriental da China. Sobre isso, Russel enfatizou que os EUA não tomam posição nesta questão e esperam que a China e os países envolvidos controlem ou resolvam as divergências por via diplomática pacífica. |
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