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  Desaceleração do PIB da China está dentro do objetivo de reforma
 
  ( 2015/01/21 )
 
 
O governo chinês divulgou nesta terça-feira (20) o relatório 2014 da economia. No ano passado, o PIB (Produto Interno Bruto) do país chegou a 63,35 trilhões de yuans, equivalente 10,4 trilhões de dólares, um crescimento de 7,4% em comparação com o ano anterior.

Segundo especialistas do setor, a mudança é uma etapa obrigatória em conformidade com o objetivo da reforma do país. A diminuição deste índice significa a promoção mais profunda da reforma.

O PIB é o indicador mai destacado no setor econômico. A China manteve um crescimento de 7,4% em 2014, valor que atinge basicamente a meta estabelecida pelo governo. Chen Fengying, chefe para o Centro de Pesquisa da Economia Mundial da Academia das Relações Internacionais da China, avalia o resultado.

O PIB é um índice importante, mas o dado de hoje tem um maior significado. O crescimento do PIB deverá promover ao mesmo tempo o crescimento de empregabilidade e renda, realizando o desenvolvimento sustentável e ecológico. Isto é o mais importante.

Em 2014, a China criou 12,22 milhões de novos cargos, ultrapassado a meta de 10 milhões. O rendimento disponível individual dos cidadãos do país aumentou 8% em comparação com o ano anterior. É a primeira vez que o índice ultrapassa os 20 mil Renminbi.

Wang Jun, vice-ministro do Centro de Intercâmbio Econômico Internacional da China, apontou que a economia do país experimentou uma mudança profunda em 2014, sob um ambiente de desenvolvimento complicado interna e externamente.

Além da velocidade de crescimento, a economia da China está experimentando uma série de mudanças, especialmente no sentido de reestruturação industrial. A proporção da Indústria terciária aumentou para 48,2% do PIB neste ano, 5,6% a mais do que a indústria secundária. O índice ainda é 1,3% mais alto do que o de 2013, continuando a manter uma boa tendência de desenvolvimento.

Mas em 2014, a China também enfrentou problemas. O investimento, a força principal para promover a economia nacional, sofreu uma diminuição óbvia, especialmente no setor imobiliário, que teve um grande choque durante o ano passado. A exportação, outra força tradicional também não teve resultado expressivo. O crescimento do índice foi muito abaixo da meta estabelecida pelo governo. Grande parte das empresas pequenas e médias do setor de exportação sofreu com o duro período. Zhou Dewen, presidente da Associação de Promoção para Empresas Pequenas e Médias de Wenzhou acredita que a situação vai continuar complicada em 2015.

A economia da China ainda enfrenta uma grande pressão descendente. A dificuldade do investimento, consumo e exportação do país não vai mudar muito neste ano, o que vai atingir de maneira mais grave as empresas pequenas e médias. Eu espero que o governo possa tomar medidas para apoiar o desenvolvimento e a sobrevivência do nosso grupo.

 
 


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