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  Primeiro-ministro japonês negou com ações as declarações de Tomiichi Murayama e Kono Yohei, afirma porta-voz chinês
 
  ( 2014/01/15 )
 
 

O porta-voz da Chancelaria chinesa, Hong Lei, afirmou nesta quarta-feira (15) que o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, negou com suas ações as declarações de Tomiichi Murayama, ex-primeiro-ministro japonês, e de Kono Yohei, ex-chefe do gabinete japonês, nas quais os dois ex-líderes japoneses admitiram os fatos ocorridos durante a guerra de invasão.

Em uma entrevista à imprensa realizada ontem, o chanceler do Japão, Fumio Kishida, evitou responder à pergunta sobre a guerra de invasão, mas afirmou que o gabinete de Shinzo Abe herda dos gabinetes antecedentes os reconhecimentos sobre a história e os fatos atribuidos ao Japão, nunca tendo negado as declarações de Tomiichi Murayama e de Kono Yohei.

Hong Lei apontou que a visita ao Santuário Yasukuni, por parte de Shinzo Abe, é verdadeiramente uma ação política e diplomática. No entanto, segundo o porta-voz chinês, na questão da história, a maneira do Japão de falar uma coisa, mas fazer outra, não vai enganar a comunidade internacional.

A China exige do Japão que reconheça os erros cometidos e recupere a confiança dos países vizinhos e da comunidade internacional, com ações pragmáticas, acrescentou o porta-voz.

 
 


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