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  China condena negação do massacre de Nanjing por funcionário da japonesa NHK
 
  ( 2014/02/06 )
 
 
A China condenou na quarta-feira as declarações de um funcionário da cadeia pública do Japão NHK, que negou o massacre de Nanjing.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hong Lei, disse que esse comportamento é "um desafio descarado à justiça internacional e à consciência humana".

Naoki Hyakuta, membro do conselho de diretores da NHK, disse que o massacre de Nanjing nunca aconteceu, em um discurso pronunciado apenas alguns dias depois dos comentários do novo chefe da NHK sobre as "mulheres do conforto", os quais também geraram amplas reações de irritação.

"O massacre de Nanjing é um crime brutal cometido pelo militarismo japonês durante sua invasão à China, que conta com evidências irrefutáveis. A comunidade internacional já tem um veredicto a respeito", afirmou o porta-voz.

Ele disse que alguns japoneses tentam apagar, encobrir e distorcer essa história, o que constitui um desafio descarado à justiça internacional e à consciência dos seres humanos. Esse comportamento coincide com o de alguns líderes japoneses que tentam reverter a história. A comunidade internacional deve estar extremamente vigilante diante disto.

O porta-voz pediu que o Japão enfrente e reflita profundamente sobre a história de invasão, lide com as questões deixadas pela história com uma atitude responsável e apropriada e recupere a confiança de seus vizinhos asiáticos e da comunidade internacional com ações concretas.

Mais de 300 mil chineses, incluindo crianças e idosos, foram massacrados pelas tropas japonesas que ocuparam a cidade de Nanjing em dezembro de 1937.

 
 


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