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  Reunião dos ministros da Apec decide promover a cooperação turística
 
  ( 2014/09/17 )
 
 
A Região Administrativa Especial de Macau sediou, recentemente, a 8ª reunião dos ministros do Turismo da Organização Econômica da Ásia e do Pacífico (Apec, na sigla em inglês). O evento, organizado pela Administração Estatal de Turismo da China, debateu a cooperação turística entre os países membros da Apec e aprovou a Declaração de Macau.

Com uma população de aproximadamente três bilhões nos países da Apec, a região é o maior mercado turístico global e o que concentra maior ritmo de crescimento. A cúpula bianual do turismo foi iníciada em 2000 com o fim de reforçar a cooperação turística na Ásia e no Pacífico. Trata-se da primeira vez que a China sedia a cúpula, que contou desta vez com a participação de 150 representantes vindos das 21 países membros e três países observadores da Apec, além das organizações internacionais e regionais de turismo.

No discurso proferido na cerimônia de abertura, o vice-primeiro-ministro chinês, Wang Yang, disse que as relações de cooperação turística entre a China e os outros países da Apec são muito fortes. No ano passado, entre os dez maiores países que mais visitaram a China, nove foram dos membros da Apec. E entre os dez maiores destinos turísticos para os chineses, oito integram a Apec.

"A China quer promover a cooperação turística de todos os níveis com a Apec. O país encoraja seus cidadãos a visitar os países da região da Apec, e apoia as economias da organização a fazerem campanhas turísticas na China. Queremos que haja cada vez mais empresas que investam nas infraestruturas turísticas nos países da Apec, como na hotelaria e na exploração de pontos turísticos. Queremos abrir mais linhas diretas de turismo e voos charter. Promovemos também a entrada sem visto em mais cidade chinesas, assim como a política de isenção de visto de passagem."

A reunião divulgou também a Declaração de Macau, que estabelece a meta de 800 milhões de turistas internacionais que deverão visitar os países da Apec, até 2025. O documento apelou também para uma maior facilitação entre seus países membros no setor turístico. O diretor-geral da Administração Estatal de Turismo da China, Shao Qiwei, resumiu os resultados da cúpula.

"Primeiro, a reunião dos ministros do turismo da Apec ajuda a elevar o grau de abertura entre os países membros da Apec, retirando as barreiras entre eles. Segundo, através dos discursos dos representantes de outros países, tomei conhecimento de que quase todos os países querem tornar o turismo em um pilar econômico do país. A China, aliás, vai promover um turismo estratégico. Terceiro, os países vão implementar as medidas de facilitação entre si mesmos, e até consagrar essas medidas com leis ou regulamentos. Por fim, tenho uma conotação mais profunda para o assunto, com o que se chama turismo verde e turismo de baixo carbono."

No ano passado, o número de visitantes que entraram nos países membros da Apec foi de 350 milhões. Em relação às pessoas que saíram da região para uma viagem internacional, o número chegou a 40 milhões. A ministra do Turismo da Indonésia, Mari Elka Pangestu, disse que as economias da Apec vão se esforçar, de mãos dadas, para elevar ainda mais esses números.

"Queremos a elaboração de leis e regulamentos para facilitar o transporte aéreo e a autorização de vistos. Calculamos que, com essas novas medidas, a organização poderá criar novos postos de trabalho, com números que podem variar entre de 1,8 milhões e 2,4 milhões. Temos também alguns projetos especiais como, por exemplo, a facilitação de emissão de vistos para aqueles que viajam regularmente."

 
 


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