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  China divulga livro amarelo sobre desenvolvimento da Organização de Cooperação de Shanghai
 
  ( 2014/09/17 )
 
 
A Academia Chinesa das Ciências Sociais divulgou hoje (5) o Livro Amarelo sobre o desenvolvimento da Organização de Cooperação de Shanghai (OCS) para 2014. O documento assinalou que as cooperações em diversos setores do bloco progrediram significativamente no ano passado, e que os países membros mantiveram a paz e a estabilidade política de modo geral.

A OCS foi fundada em 2001 e engloba, atualmente, China, Rússia, Cazaquistão, Quirquistão, Tajiquistão e Uzbequistão. Segundo o texto, as colaborações econômicas da organização entraram na fase de transformação, e a criação da Faixa Econômica da Rota da Seda oferece novas oportunidades para os seis países membros.

Conforme o relatório, a OCS foi estabelecida a partir das necessidades relativas à segurança. As cooperações econômicas vêm ocupando um papel crucial nos laços dentro do bloco. A segurança e a economia servem como as duas rodas do funcionamento da OCS.

O documento concluiu que os países membros da OCS lidaram com as influências das inquietações no Oriente Médio e no Norte Africano e se defendeu dos impactos de algumas situações complicadas dentro da região. Os seis países também realizaram boas cooperações no combate ao terrorismo, separatismo e extremismo. O mecanismo de encontros de alto nível vem sendo perfeiçoado e as colaborações nas áreas de defesa e segurança foram, a cada dia mais, reforçadas. As manobras militares conjuntas foram normalizadas, enquanto as cooperações militares alcançaram um nível mais elevado. A pesquisadora adjunta sobre os assuntos da Rússia, Leste Europeu e Centro Asiático, Su Chang, considera que a China mantém cooperações pragmáticas com os países central-asiáticos na defesa, especialmente no setor militar.

"Dentro do quadro da OCS, realizamos exercícios militares conjuntos e combate em conjunto ao terrorismo, separatismo e extremismo. As atividades até o momento foram muito frutíferas. A China e a Rússia desempenharam papeis eficazes em apoio à segurança do Centro Asiático. Os países dessa região, por seu lado, ofereceram apoio ativo ao combate da China às forças separatistas do Turquistão do Leste. Também conseguimos resultados notáveis na identificação e troca de informações sobre terroristas."

Os países membros da OCS ocupam três quintos da área do continente Ásia-Europa e representam um quarto da população mundial. Segundo o Livro Amarelo, as cooperações econômicas dentro do bloco experimentaram um período de desenvolvimento acelerado, desde o início da fundação da organização, há mais de dez anos. Hoje em dia, além dos fatores de segurança regional, o desaquecimento da economia de seus países membros e outros motivos podem influenciar as colaborações econômicas do bloco. Su Chang destacou que o reforço da Faixa Econômica da Rota da Seda pode oferecer novas oportunidades para o comércio na região.

"Os países do Centro Asiático possuem uma atitude positiva sobre a Faixa Econômica e esperam que o mecanismo os ajude no desenvolvimento da construção infraestrutural e lhes abram espaço para grandes projetos. Por exemplo, o Uzbequistão manifestou a esperança de que a China e o Uzbequistão realizem cooperações na construção de parques industriais, rodovias e ferrovias. O pensamento é muito pragmático."

 
 


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