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  China envia equipe de médicos para Serra Leoa no combate contra o vírus ebola
 
  ( 2014/09/18 )
 
 
Uma equipe de médicos foi enviada hoje, pelo governo chinês, a Serra Leoa para ajudar o país africano a reforçar capacidade de detecção do vírus ebola. A equipe, ou "laboratório móvel", como se chama formalmente, é composto por 59 profissionais na identificação do vírus e da epidemia.

Os médicos chineses vão ficar no hospital cuja construção é de assistência chinesa e vão desenvolver trabalhos de detecção do vírus e observação aos supostos contagiados. Na equipe se encontram os especialistas do Centro de Prevenção e Controle de Doenças da China. Eles serão encarregados pela detecção do vírus. Outras pessoas da equipe vêm principalmente do hospital chinês 302, que tinha desempenhado um papel insubstituível no combate contra a SARS, que assolou o país em 2003. O envio de médicos do hospital 302 é um pedido do governo de Serra Leoa, e eles serão responsáveis pela observação da evolução dos pacientes. O diretor do Centro de Prevenção e Controle de Doenças, Wang Yu, comentou o envio de médicos.

"Os profissionais do nosso centro vão levar todos os equipamentos e artigos usados no laboratório, assim como a dose de detecção do vírus desenvolvida por nós próprios. Além disso, a garantia de segurança dos nossos profissionais é outra prioridade durante a preparação. "

Sendo um dos membros da equipe avançada, o diretor já fez uma pesquisa sobre a situação do vírus no início do mês passado. Segundo ele, os países da África do Oeste são relativamente atrasados na detenção do vírus e nas medidas de isolamento, e precisam de ajuda internacional.

Após a aparência do vírus ebola nos países da África do Oeste, a China mandou 115 médicos para os países concernentes, entre eles, 88 profissionais vão trabalhar lá por um longo período, e 27 são do regime de curto prazo. Com o envio desta vez, o número de médicos chineses vai aumentar para 174.

Dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde no dia 12 revelam que o número de mortes causadas pelo ebola atingiu 2.400, e há também 4.800 pessoas que estão contaminadas. O representante da OMS na China, Martin Taylor, confessou que a atual epidemia é muito severa.

"A OMS desenvolve cooperação com os países atingidos pelo ebola para prevenir a disseminação do vírus, assim como reforçar a capacidade de detecção e tratamento. A China faz uma contribuição muito importante nesse aspecto."

Além de enviar o "laboratório móvel", a China decidiu na semana passada ofertar novas assistências humanitárias, num valor de 200 milhões de yuans. A ação foi elogiada pelo funcionário da OMS.

"Acolhemos todos os esforços e contribuições feitas pelo governo chinês. Sabemos que a detecção de casos é a parte mais importante no combate ao vírus. A equipe chinesa vai participar diretamente desse trabalho, contribuindo para a luta internacional contra a epidemia".

 
 


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