| Apec tenta buscar interesse máximo de países membros | ||
| ( 2014/11/11
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Na era do pós-crise, a região da Ásia-Pacífico se destacou por ser economicamente dinâmica e pelo maior potencial de desenvolvimento em todo o mundo. Na semana passada, o Conselho de Cooperação Econômica do Pacífico, uma das organizações observadoras da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec, na sigla em inglês), divulgou um relatório com suas opiniões sobre o desenvolvimento dos países membros da entidade. O secretário-geral da instituição, Eduardo Pedrosa, considera que o progresso regional vai depender principalmente do desenvolvimento das três grandes economias.
"O crescimento econômico da região Ásia-Pacífico dependerá do resultado da reestruturação dos países membros da Apec, sobretudo das três maiores economias, que são China, Japão e Estados Unidos. Outro fator é a transformação do modelo de crescimento, que tem que ser alcançado pela demanda interna e não pela exportação. É claro que a liberalização comercial e a integração econômica também são importantes. " Pedrosa reconhece completamente a importância da China para o desenvolvimento da Ásia-Pacífico e expressou as expectativas sobre o aprofundamento das reformas do país oriental. "Na terceira sessão plenária do 18º Comitê Central do Partido Comunista da China realizada no ano passado, o governo chinês manifestou que vai deixar o mercado desempenhar uma maior função na formação de preços, e decidiu também levar a cabo as reformas em vários aspectos econômicos, como reforçar o peso do setor de serviço na economia nacional. As medidas, com certeza, vão incentivar o crescimento econômico de toda a região." Porém, a vontade dos países da Apec de realizar o desenvolvimento em conjunto é sempre atrapalhada por divergências políticas. É um grande desafio para os líderes encontrar uma maneira de alcançar um interesse máximo. Para o vice-diretor da faculdade de relações internacionais da Universidade de Beijing, Wang Yizhou, uma cooperação econômica cada vez mais intensa pode atenuar a pressão provocada por diferenças políticas. "As relações econômicas estreitas vão atenuar a pressão na área política e na segurança. A história prova que, quando as cooperações são intensas entre duas nações, é possível controlar os conflitos, já que o próprio custo de disputa aumenta. Por outro lado, os países têm que reforçar as negociações diplomáticas, de modo a aprofundar a confiança." |
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