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  China continua fortalecendo cooperações internacionais para combater a corrupção
 
  ( 2014/11/27 )
 
 

Neste ano, a China vem aumentado o combate à corrupção e fortalecido cooperações com governos estrangeiros para capturar e extraditar criminosos. Funcionários do Ministério das Relações Exteriores da China revelaram no dia 26 à imprensa que os crimes de corrupçção têm cada vez mais características transnacionais, portanto, todos os países devem intensificar cooperações internacionais, especialmente nos aspectos de auxílio judicial e extradição, para deixar os criminosos inescapáveis.

A Chancelaria chinesa pediu também que Estados Unidos, Canadá e outros principais países de destino dos corruptores chineses, aumentem cooperações com o governo chinês para combater atos de corrupção.

Em abril de 1990, o seqüestrador chinês de avião, Zhang Zhenhai, foi extraditado do Japão, o que foi a primeira extradição com sucesso da China. Até agora, a China já extraditou muitos fugitivos, envolvidos em grandes casos de crimes. O diretor do Departamento de Justiça do Ministério das Relações Exteriores da China, Xu Hong, disse no dia 26 que um dos principais trabalhos da Chancelaria chinesa é realizar negociações judiciárias com os países concernentes através das embaixadas e consulados estabelecidos nestes países:

"Os países ocidentais desenvolvidos são os principais destinos dos criminosos fugitivos chineses. A China impulsiona ativamente a assinatura de acordos de cooperações judiciais com tais países. Atualmente, o governo chinês já assinou acordos de extradição com a França, Espanha, Portugal, Itália, Austrália entre outros, e tem também acordos de auxílio judicial com os EUA, Canadá, Nova Zelândia, Reino Unido etc."

Além disso, a China já estabeleceu um mecanismo de negociações de cooperações judiciais e de execução de leis com os EUA e Canadá, o que contribuiu muito em grandes casos de corrupção. Xu Hong revelou:

"Em maio de 1998, foi estabelecido o Grupo de Ligação Conjunta Sino-norte-americano para a Cooperação Policial, que já desempenhou importantes papeis na luta contra corrupção. Aliás, a China e o Canadá também conseguiram já grandes sucessos nesta área, por exemplo, o grande corruptor, Lai Changxing, foi extraditado após fugir para o Canadá há 12 anos."

Nos últimos anos, as cooperações anticorrupção da China sob o mecanismo multilateral internacional também obtiveram notáveis êxitos. Xu Hong afirmou que a Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção, e os grupos de trabalho anticorrupção da APEC e do G20, impulsionaram muito a vontade de cooperação de todos os países na captura dos criminosos fugitivos e na procura de bens apropriados indevidamente.

Ao mesmo tempo, Xu Hong confessou que as cooperações internacionais anticorrupção ainda estão enfrentando muitos desafios por causa das diferenças de sistemas sociais e judiciais:

"Por exemplo, a China e os EUA ainda não têm o acordo de extradição. Extraditar criminoso sem necessidades de acordos de extradição é, normalmente, um benefício recíproco para os diferentes países poderem realizar cooperações judiciais. Mas os americanos só fazem extradições com os países que têm acordos de extradição com eles. Por isso, o que podemos fazer é apenas acusar os criminosos aos departamentos norte-americanos e esperarmos que eles sejam punidos pelas leis dos EUA."

 
 


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