| Exército chinês continuará dando apoio ao oeste africano na luta contra o Ebola | ||
| ( 2014/11/28
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O Ministério da Defesa da China realizou no dia 27, em Beijing, uma coletiva de imprensa, esclarecendo várias questões em foco. O porta-voz Geng Yansheng salientou que o exército chinês vai continuar dando apoio aos países do oeste africano na luta contra a epidemia causada pelo vírus Ebola. Desde o surgimento do Ebola, a China já ofereceu em quatro oportunidades auxílios financeiros e envio de materiais, no valor total de 750 milhões de yuans, aos países africanos afetados pelo vírus fatal. Além disso, mais de 300 médicos, enfermeiros e especialistas chineses foram enviados para estes países. Geng Yansheng revelou que a segunda equipe de saúde da China já chegou a Serra Leoa, e vai construir o centro de tratamento no país com a chegada de mais pessoal especializado e equipamentos. Ao mesmo tempo, o exército chinês ajudou a Líbia na construção de um hospital para tratamento das pessoas infectadas pelo Ebola, e que já entrou em funcionamento no dia 25 deste mês. Além disso, segundo o porta-voz, o exército chinês ainda assumiu muitas tarefas, como o transporte dos materiais de ajuda humanitária nas regiões afetadas pelo Ebola. Ele prometeu que a China continuará dando múltiplo apoio aos países africanos no futuro: "As epidemias não têm fronteiras, por isso, a prevenção e o controle da expansão do Ebola são importantes para a saúde dos povos de todo o mundo. O exército chinês vai continuar ajudando os países africanos na luta contra o Ebola." No dia 16 deste mês, a China e a Índia enviaram respectivamente 139 soldados para realizar uma manobra militar antiterrorismo, de 10 dias, na região de Pune, na Índia. Geng afirmou que, neste ano, o exército chinês já realizou mais de 30 manobras militares conjuntas com forças armadas de diferentes países, e todas lograram sucesso: "Os exércitos, chinês e indiano, realizaram treinamentos adaptados, básicos e complexos. Os dois lados aprenderam mutuamente, aprofundaram a amizade e aumentaram a capacidade antiterrorismo." Na coletiva de imprensa, o porta-voz do Ministério da Defesa chinês ainda negou a informação dada por algumas mídias, de que a China iria construir uma base militar em Walvis Bay na Namíbia: "Segundo pesquisas, essa reportagem vem de um artigo não oficial divulgado há dois anos na internet e tem caráter sensacionalista e deturpado. Por isso é completamente infundada. A China não tem base militar no estrangeiro." Para finalizar, Geng Yansheng ainda falou sobre o quinto Fórum de Xiangshan que acabou de ser realizado em Beijing. Ele enfatizou que este fórum militar é uma plataforma de diálogo, em vez de arena de competição. Portanto, não há qualquer objetivo de concorrência, o Diálogo de Shangri-La. |
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