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  China deve lançar catálogo de marcas de produtos alimentícios e divulgar marcas nacionais
 
  ( 2014/12/05 )
 
 

O ministério da Agricultura divulgou nessa quarta-feira (3) um relatório de pesquisa sobre marcas de produtos agrícolas chineses 2014. Segundo um funcionário do Ministério, a China vai lançar um catálogo de marcas de produtos agrícolas e divulgar regularmente as marcas mais influentes e valiosas, além de as incluir na lista.

Trata-se do primeiro relatório que reflete, de forma completa, o estágio de desenvolvimento atual na produção dos produtos agrícolas nacionais e que aborda temas como criação e administração de marcas de produtos alimentícios. O diretor do Departamento de Mercado e Informação Econômica do Ministério da Agricultura, Zhang Hecheng, esclareceu que o relatório envolve cinco aspectos e que a aceleração da elaboração de marcas agrícolas torna-se uma missão emergente para transformação do modelo de desenvolvimento da produção de produtos agrícolas e impulsionamento da agricultura moderna. Ele destacou:

"O grau de reconhecimento, fidelidade e satisfação dos consumidores é um fator decisivo para avaliar o nível da modernização agrícola. Em uma época de consumo diversificado, a reputação de uma marca pode orientar o consumo de produtos agrícolas. Se não obtiver o reconhecimento dos consumidores, a evolução da agricultura moderna será prejudicada de vez."

Arrozes de Wuchang, chá Longjing do Lago Oeste, bem como carangueijos de Lago Yangcheng são marcas muito famliares para consumidores chineses. O diretor Zhang Hecheng sintetizou que as marcas agrícolas são caracterizadas geralmente pelo início tardio e base frágil. A influência da maioria das marcas limita-se apenas a algumas regiões, o que mostra justamente o status quo e problemas existentes no seu desenvolvimento. Para isso, o funcionário chinês tomou por exemplo de alguns países desenvolvidos, considerando que a China deve ter as marcas agrícolas como sua estratégia nacional. Ele justificou:

"Podemos descrever o status quo e problemas em três frases: começo tardio, desenvolvimento rápido e grande potencial. As marcas registradas cresceram de 600 mil em 2008 para 1,25 milhão em 2012. Em apenas cinco anos, o número duplicou-se. Porém, muitas empresas têm pouca competência e são pouquissimas, se falarmos das marcas internacionalmente conhecidas. Os países agrícolas desenvolvidos possuem uma prática comum, isto é, levar as marcas como sua estratégia nacional. O Japão adotou a estratégia de marca em 2003 e apoia o desenvolvimento das suas marcas. Os EUA dão subsídios, reduzem impostos e oferecem empréstimos às marcas agrícolas. Vale a pena aprendermos com eles."

O relatório ainda aponta que a China deve estabelecer um sistema que promova o desenvolvimento das marcas agrícolas, como a criação de listas de produtos agrícolas e o estabelecimento de um sistema de padrão de qualidade para produtos agrícolas em diferentes níveis. O último inclui a elaboração do padrão de acesso ao mercado dos produtos agrícolas, dos bem qualificados e dos exportados. Em relação ao catálogo, Zhang Hecheng afirmou:

"O objetivo é melhorar, regularizar e reforçar a promoção das marcas agrícolas e estimular empresas voltadas à agricultura a consolidar suas marcas e aumentar a confiança dos consumidores nos produtos. Serão estudadas quatro questões: o sistema de coleta de marcas, ou seja, que tipo de marca pode entrar no catóalogo, o sistema de aprovação e recomendação dos produtos agrícolas, o sistema de avaliação, formação e de proteção das marcas."

 
 


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